Petra engenharia: exemplo de ações e prevenções adotadas diante do COVID-19

Conforme as recomendações da OMS (Organização Mundial da Saúde), a pandemia exige que todos que podem, devem ficar em casa. Contudo, sabemos que vários serviços essenciais para a população não podem  parar, porque isso seria extremamente prejudicial.

Sabemos também que muitas obras estão sendo tocadas neste momento. Diante disso, Bruno Costa diretor da Petra Engenharia nos fornece informações sobre como sua empresa está procedendo nesse momento, nos conta sobre suas ações e prevenções diante dessa ameaça do COVID-19.

Esperamos que a experiência e ações da Petra Engenharia lhe ajudem nos processos de sua empresa também.

Como está o andamento da Petra Engenharia diante da situação Coronavirus e isolamento social?

Bruno – No início da pandemia elaboramos um questionário juntos aos nossos colaboradores administrativos para sabermos se todos possuíam, em suas casas, condições de trabalho. Na semana que se iniciou no dia 16/03, já prevendo uma provável quarentena, iniciamos os procedimentos logísticos para que trabalhássemos à distância. Fornecemos os insumos que cada um precisava, implantamos novas rotinas e já no dia 17/03 parte da equipe permaneceu em suas residências.

Como a Petra está agindo em relação ao seu administrativo, colaboradores e demais processos nesse período de isolamento social?

Bruno – Desde o dia 18/03 todo o nosso contingente administrativo já trabalha em casa. Mantivemos os horários normais para nossas rotinas, reforçamos a comunicação, e agendamos reuniões que eram presenciais para virtuais.

Bruno Costa diretor da Petra Engenharia nos concedeu gentilmente uma entrevista enriquecedora

Quais os cuidados  que foram implementados em suas obras para prevenção de propagação do vírus?

Bruno – Nas obras, adotamos o escalonamento de horários de chegada e saída, de refeições e intervalos. Reforçamos as rotinas de limpeza nas áreas comuns e nas ferramentas de uso coletivo. Medimos a temperatura de todos ao chegarem e saírem da obra. Além disso, com o intuito de reforçar a prevenção dos nossos colaboradores e de seus familiares, distribuímos cartilhas e kits de higiene e limpeza para que pudessem levar para suas casas.

Como está o contato com o Agente Financiador e quais são as medidas de estímulos que eles estão oferecendo neste momento?

Bruno – A preocupação do agente tem sido manter a cadeia produtiva com recursos financeiros para evitar problemas nas empresas. Foram intensificados atendimentos à distância, além da retomada de reunião para assinatura de contratos de financiamento.

Diante ao quadro atual do Covid-19 no Brasil, houve algum impacto em relação às vendas de seus imóveis?

Bruno – Nesse período fomos obrigados a fechar nossas lojas, mas em paralelo reforçamos nossas interações com os clientes através de plataformas digitais, redes sociais, etc. Assim, deixamos que o contato presencial se restrinja somente na visita ao imóvel e para a assinatura de contrato. Apesar da queda do movimento, mantivemos nossas vendas.

Com o  isolamento social, quais as ações, canais e tecnologias que vocês estão utilizando para a venda dos imóveis?

Bruno – As redes sociais são imbatíveis nesse momento, podemos estar distantes, mas em pleno contato!

O Sienge está ajudando, de que forma?

Bruno – O Sienge nos possibilitou a transposição do trabalho em escritório para o home-office de um dia para o outro. Sem ele seria impossível realizarmos tal tarefa em tão curto espaço de tempo. Por ser um software 100% web, todos os funcionários, de suas casas, mantiveram suas tarefas sem nenhum novo custo para a Petra.

Gestão baseada em ações para prevenção

Você deve ter observado com Bruno da Petra Engenharia que decisões e ações adequadas podem fazer toda diferença nesse momento. Estamos em fase inicial da pandemia aqui no Brasil e quanto antes adequarmos o trabalho e nossas próprias vidas para mitigar a situação, mais rápido venceremos esse inimigo invisível.

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    NBR 9050 Acessibilidade: Autonomia e segurança em suas obras e construtora

    A NBR 9050 estabelece critérios e parâmetros técnicos a serem observados quanto ao projeto para que as obras de construção civil sejam acessíveis às pessoas com mobilidade reduzida.
    Certamente você conhece, trabalha ou convive com pessoas que têm mobilidade reduzida, seja idoso, gestante, ou até mesmo pessoas com algum tipo de deficiência.

    Então, vamos descobrir neste artigo o que é a NBR 9050 – Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos, os direitos que ela garante a essas pessoas e os benefícios que oferece para sua construtora.

    Antes de mais nada, o que é a ABNT NBR 9050?

    A norma ABNT NBR 9050 foi criada em 1985, ela define os critérios técnicos a serem observados quanto ao projeto, construção, instalação do meio urbano e rural, e edificações às construções de acessibilidade. Proporcionando condições de inclusão.

    Portanto, a norma considera diversas condições de mobilidade e percepções, visando assim, a utilização de maneira autônoma, independente e segura do ambiente, edificações, mobiliário, equipamentos urbanos e elementos à maior quantidade de pessoas. Independente de idade, limitações de mobilidade ou percepção.

    Entre as determinações propostas na NBR 9050 estão:

    Desenho universal

    Este conceito propõe uma arquitetura e um design mais centrados na pessoa e na sua diversidade. Ou seja, critérios nas edificações, ambientes internos e produtos que atendam o maior número de pessoas. Favorecer assim a biodiversidade humana, independente das características físicas, idade e habilidades.

    Barreira arquitetônica

    Por certo, refere-se aos obstáculos para o uso ideal do meio, que dificultam a inclusão, originados pela estrutura das construções e áreas urbanas.

    Tecnologia assistiva

    Promover a funcionalidade para atender por exemplo, tanto às pessoas com deficiência auditiva, quanto deficiência visual. Assim, visar a sua autonomia, independência e inclusão.

    Espaço para circulação de cadeiras de rodas

    Para atender todos os tipos, seja, cadeira manual, motorizada e esportiva. 

    Sinalização vertical e horizontal

    Sinalização tátil, visual de alerta. Exemplo, nas plataformas ou rampas de elevação inclinada, deve haver sinalização visual no piso em cor e contraste, sinalização visual de fácil identificação de barreira física, etc.

    Rampas de acesso

    Com larguras e outros critérios estabelecidos, para promover a mobilidade e também a inclusão.

    Plataforma elevatória 

    Elevadores, requisitos de segurança para a construção e a instalação. Requisito para a acessibilidade de todos inclusive de pessoas com deficiência.

    Características de piso

    Como por exemplo, ser antiderrapante, não ter desníveis junto à entrada ou soleira, bem como sua altura entre outros.

    Informações em Braile

    Promover assim a inclusão, segurança e acessibilidade do deficiente visual ou pessoa com baixa visão. Como por exemplo o piso tátil para direcionar, sinalização ou informação em braile dentro de elevadores, escadas, etc.

    Banheiros acessíveis

    Devem prever área de manobra 360º para mobilidade de cadeirante. Alcance manual para manipulação e acionamento de todos os acessórios do sanitário, bem como, torneiras, barras, puxadores, trincos entre outros. Importante também garantir alcance visual ao espelho.

    Estacionamento

    Vagas reservadas para idosos ou pessoas portadoras de deficiência. As vagas devem ser sinalizadas e demarcadas com o símbolo internacional de acesso ou a descrição de idoso.

    Assim, vale ressaltar que, a NBR 9050 não é direcionada especificamente às pessoas com deficiência. Ela também foi estabelecida para atender gestantes, idosos, pessoas com mobilidade reduzida permanente ou temporária. 

    Acessibilidade NBR9050
    NBR 9050 também foi estabelecida para atender, idosos, gestantes e pessoas com mobilidade reduzida

    Cumprimento da NBR 9050: Quem fiscaliza e regulamenta?

    Existem órgãos responsáveis pela fiscalização e cumprimento da norma, como, por exemplo, o CREA (Conselhos Regionais de Engenharia e Agronomia), que oferecem também  material orientativo. E o principal responsável é quem assina o projeto arquitetônico da obra ou da edificação.

    Contudo, ainda há casos em que o responsável pelo projeto arquitetônico desrespeita os princípios de acessibilidade universal, por má fé ou desconhecimento.

    Diante disso, a fiscalização do atendimento à NBR 9050 é feita pelo CREA, que faz esse controle por meio da ART(Anotação de Responsabilidade Técnica) do projeto.

    Além do CREA, a fiscalização é feita também pelos órgãos de licenciamento municipal e os que autorizam a execução da obra.

    Portanto, como toda lei, é muito arriscado em não cumprir as exigências da NBR 9050 na sua edificação ou nos seus projetos. Uma vez que, a Lei  da promoção da acessibilidade é regulamentada desde 2004 pelo decreto 5.296 e a Lei da inclusão de 2015 complementa a estrutura legislativa do tema. Então, a multa pode ser tão alta, que dependendo pode paralisar ou inviabilizar a obra.

    Entretanto, empresas que pensam em acessibilidade e tornam  a obra acessível por meio do desenho universal, estão a frente no mercado e  se adequam aos modelos de negócio do futuro.

    Como tornar sua construção acessível

    Adaptação

    Um projeto acessível vai além de atender à NBR 9050. O decreto Federal nº5.926, no caso de condomínio, destaca oito itens que merecem atenção. São eles:

    • Calçadas;
    • Acessos;
    • Sinalização visual e tátil;
    • Sanitários;
    • Balcão de atendimento;
    • Vagas;
    • Rotas acessíveis;

    Então, tenha projetos que garantam uma edificação inclusiva, com autonomia, conforto e segurança. Sendo esses, os pilares importantes baseados na acessibilidade, fundamentais para garantir que os portadores de necessidade especiais possam fazer uso de qualquer ambiente com segurança e autonomia.

    Contratação de um profissional especializado em acessibilidade

    É importante contar com um profissional que conheça bem a NBR 9050, um grande diferencial para sua construtora, pois, ele tem a  experiência de coordenar projetistas e fornecedores para atender totalmente à Norma.

    Afinal, a norma NBR 9050 não atinge apenas o arquiteto, mas também, projetos civis, de elétrica e hidráulica. Exemplo como, interruptores, interfones, registros, válvulas, lavatórios, pias, maçanetas, torneiras, dentre muitos outros precisam ser adaptados.

    O trabalho do especialista é diagnosticar toda a situação e dizer o que pode ser mudado ou incluído, o que é mais importante a fazer, de acordo com a NBR 9050 e os princípios de acessibilidade universal.

    Mobiliário

    A NBR 9050 também regulamenta todos os elementos do mobiliário da edificação. Ou seja, bancos, vasos, lixeiras, jardins, mesas, bebedouros e outros. Importante lembrar espaçamento e medidas necessárias para a manobra e acesso de cadeirantes.

    Equipamentos

    Da mesma forma que portadores de necessidades especiais precisam circular com segurança e conforto, também precisam utilizar os equipamentos com autonomia, como, elevadores, maçanetas, alarmes, torneiras, interruptores, esses devidamente dentro das exigências da NBR 9050.

    A norma determina altura, acesso que cada elemento deve possuir, bem como, a necessidade de dispositivos de acionamento adaptados.
    Exemplo: “4.6.6 s. Os elementos de acionamento para abertura de portas devem possuir formato de fácil pega, não exigindo firmeza, precisão ou torção do pulso para seu acionamento.”

    Rampas e escadas

    Assim, A NBR 9050 também indica os locais onde devem haver rampas ou escadas, quando não houver paredes laterais devem conter elementos de segurança, dimensionamento, corrimãos, sinalização, inclinação calculada, largura, dentre outros.

    Certificado de acessibilidade

    Conforme a NBR 9050, os projetos arquitetônicos precisam do certificado de acessibilidade para comprovar as adaptações exigidas pela legislação.

    Quem fornece o certificado é a prefeitura da cidade onde está localizada a construção. 
    Entretanto, se sua construtora ainda não possua o certificado de acessibilidade, porém possua a licença para funcionamento ao público, desenvolva e apresente na Prefeitura o projeto de reforma para adaptação à acessibilidade.

    Então, após a aprovação você terá um ano para adequar a sua obra as normas de acessibilidade exigidas na NBR 9050 e poderá obter o certificado.

    Em suma, é importante uma obra ou projeto estar de acordo não só com a NBR 9050, como também, com as leis e decretos que a complementam. Além disso, um profissional especializado para interpretar e gerenciar pode ser um grande diferencial.

    Fontes: Site Sienge e mdh.gov

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      Cronograma Físico-Financeiro: Como melhorar a gestão da sua obra?

      O cronograma físico-financeiro de obra  é uma ferramenta de extrema importância para obter uma visão geral do projeto e assegurar o sucesso do planejamento do empreendimento. Assim, impedir que orçamento e prazos saiam do controle. É um trabalho que começa logo na fase inicial do planejamento.

      O  cronograma físico-financeiro é  fundamental para ter uma boa gestão do empreendimento, porque considera o planejamento de custos de acordo  com a etapa física (construída) da obra, conhecendo quanto dos recursos do orçamento foram usados em cada etapa. 

      Ou seja, acompanhar a sequência, a duração e custo de cada fase são controles que ajudam a obter uma boa gestão do empreendimento.

      Permite ajustes nas equipes, na duração  e previsibilidade dos custos, considerar o que está na realidade da execução em relação ao que foi realizado(o previsto e o realizado). Evitando que surpresas ruins aconteçam no decorrer das atividades.

      Sendo assim, é possível aplicar o cronograma físico-financeiro em variados tipos de obras, tal qual, casas, reformas, edifícios, estradas, empreendimentos novos, reformas, instalações, etc. A fim de, adequar a ferramenta a realidade do projeto.

      O cronograma físico-financeiro está previsto nas normas da ABNT para controle das atividades executivas de uma obra, essencialmente na Norma 13531 da ABNT no seguinte parágrafo:

      3.3.6 As atividade técnicas de projeto devem ser apresentadas em cronograma físico-financeiro que informe os prazos necessários, as datas dos eventos e os seus custos.”

      Com esses comparativos, obtemos os requisitos básicos de um cronograma físico-financeiro, ou seja, progresso da obra em porcentagem, custo da obra e o detalhamento do período.

      Cronograma físico e cronograma financeiro

      É importante esclarecer cada um, pois o Cronograma físico-financeiro é a junção dos dois, somando à informações sobre o andamento da obra e também o quanto foi investido até determinado momento.

      O cronograma físico-financeiro de obra é uma ferramenta de extrema importância para obter uma visão geral do projeto e assegurar o sucesso do planejamento.

      O Cronograma físico, apresenta o andamento ou avanço da obra, este utilizado desde o planejamento da construção até a execução física da obra.

      Este, pode sofrer alterações ao decorrer do caminho, ou seja, na realização da obra esse cronograma compara a expectativa com a realidade. Se a diferença for relevante, pode ser que o planejamento inicial não foi elaborado de forma ideal, os outros motivos, tal qual mão de obra fora do ritmo.

      O Cronograma Financeiro está relacionado ao custo que o empreiteiro terá que disponibilizar para a construção.

      Após a realização do cronograma físico, ficará mais fácil elaborar todas as atividades e, então, fazer o levantamento de custos de cada fase e seus  recursos necessários, tanto de mão de obra quanto de materiais.

      Os passos para começar um modelo de Cronograma físico-financeiro

      • 1º – Definir etapas da obra. Como por exemplo, compra do terreno, assinatura do contrato, terraplanagem, fundação, etc;
      • 2º – Definir prazos para o cumprimento das etapas. Podem ser semanas, meses, dias;
      • 3º – Distribuir custos por cada fase e prazo;

      Ou seja, definir atividades, dar sequência e relacionar as atividades, estipular o prazo de cada uma, bem como seus custos. 

      Você obtém diversas vantagens  em trabalhar com cronograma físico-financeiro, sendo elas:

      • As instituições financeiras como Caixa Econômica e Banco do Brasil e outras, geralmente trabalham com cronograma físico-financeiro como ferramenta de controle, sendo muitas vezes um pré-requisito para liberação de recursos.
      • Controlar o fluxo de caixa, entrada e saída do dinheiro da sua empresa, é que rege a saúde financeira do seu negócio. Orçamentos e prazos estourados te levam a custos extras, dores de cabeça e problemas  a serem resolvidos por todos na empresa. Portanto, ter um bom controle de fluxo de caixa, possibilita agir rapidamente e tomar decisões estratégicas, caso haja desvio de algo do planejado. Considerando fatores que podem impactar diretamente o cronograma de forma seja nos investimentos, no tempo e evitar despesas desnecessárias.
      • A partir  do controle físico-financeiro, é possível avaliar onde estão as lacunas de produtividade da equipe. Caso um prazo de execução de uma atividade estoure, é possível avaliar quais fatores influenciaram nesse atraso. Seja por falta de material, falta de pessoal, ou qualquer outro problema que poderia ter sido evitado.
      • Planejamento dentro da realidade é essencial, quanto mais se planeja o cenário, mais claro e previsível ele fica. Exemplo, após um projeto do mesmo porte e mesma equipe, é possível ter uma média de custo e tempo de cada fase. Dessa forma, o cronograma fica cada vez mais inteligente, assertivo e adaptado à realidade da empresa. 

      Não se perca com planilhas avulsas

      Então, cansado de planilhas muitas vezes espalhadas e avulsas no seu computador? 

      O método para gerenciar e ter um amplo panorama de tudo que acontece na empresa faz a diferença que irão impactar de forma negativa ou positiva no projeto.

      Estratégias dependem de uma boa administração, independente do porte da empresa. Sendo assim, planilhas avulsas, dados duplicados e falta de atualizações entre os setores, são  riscos que não vale a pena correr, ou seja, o barato que sai cara.

      Controles  de informações sem integrações automatizadas entre elas causam perda de dados, confusão entre documentos, falhas ao transferir dados de uma planilha para a outra, informações desatualizadas.

      Portanto, a decisão de obter um software de gestão para o controle geral da empresa, do projeto ou da obra é uma forma inteligente para monitorar todas as informações citadas neste artigo.

      Com um ERP de gestão para construção civil, você monitora e controla todo o projeto desde o canteiro de obras até o escritório.

      Como já apresentamos aqui em nosso Blog, o Sienge conta com toda a integração de processos da sua empresa, e ainda permite o controle do cronograma físico-financeiro, com informações aprofundadas e analíticas em uma só planilha. É possível integrar o cronograma diário de obras, todo o acompanhamento, controle de mão de obra, orçamentos, arquivos do MS Project e muito mais. 

      Assim, oferece dados confiáveis, integrados e de fácil acesso por toda a equipe, simplificando os processos e te ajudando a gerir de forma planejada. Ou seja, dados integrados permitem monitoramento e visão geral em tempo, com relatórios precisos para a tomada de decisão assertiva e segura para sua empresa. 

      Fonte: Site Sienge

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